terça-feira, 9 de junho de 2009

Caminhos


Por onde começar?
Agora devo caminhar?
Aonde irei parar?
Caminhos terei que encontrar!

Passadas irão me levar!
Aqui já não posso ficar!
O martírio quer me sufocar!
Caminhos terei que encontrar!

Que direção devo tomar?
A noite demora a passar!
O frio intenso a maltratar!
Caminhos terei que encontrar!

domingo, 31 de maio de 2009

Na contra mão




Na contra mão eu estou,
E não consigo parar,
Preciso desacelerar,
E freiar!!!

Um retorno terei que encontrar!
Mas já não há como voltar,
O destino insiste em nos reencontrar.
Lembranças não poderei apagar.

Não enxergo o caminho que devo tomar,
Agora não posso estacionar,
Seguindo adiante irei desvendar.
O que poderei conquistar?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Desejo




Faz tempo que não te vejo,
sinto falta do teu beijo,
vem matar minha saudade,
vem sentir o meu desejo!!!

domingo, 15 de março de 2009

Maré




O movimento da maré me norteia,
quando a onda bate na areia,
arrebatadora ou faceira,
arranca as amarras ligeira.

A força da maré é traiçoeira,
a alegria é passageira,
a maré me devaneia,
a tristeza é derradeira.

A ventania passa sorrateira,
e leva as ondas até a beira,
a paixão é verdadeira,
na maré cheia.

Medo



O medo devora a alma.
Num instante na calada!
O escuro sombrio na fachada!
Coração em disparada!

O medo ataca!

Saia em disparada!
Os olhos revelam falas!
Momentos de silêncio na espreitada.
Será amada? Indaga?

A solidão ataca!

Fugir na madrugada!Não será achada!
A felicidade procurada!Será encontrada?
No infinito revelada!

A melancolia ataca!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Caravelas



Tormentas há de suportar,
em tempestades em alto mar,
ou no relento a abandonar.
Caravelas irão te levar!

Oceanos irá cruzar,
vencer os temores que encontrar,
batalhas sangrentas irá conquistar.
Caravelas irão te levar!

O céu e o inferno terá que enfrentar,
o triunfo no final se mostrará,
o encontro daquele que irá te amar.
Caravelas irão te levar!

19/02/2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Poeta



Não me chamem de poetisa!
Pela manhã me chamo melancolia!
Poeta que tem a alma sofrida.

Não queria cantar as dores dos amores;
mas as palavras saltam em rimas,
denunciando as aflições sentidas.

Ao entardecer a angústia se aproxima,
e a ansiedade me domina.
Enquanto Florbela me inspira;
Escrever versos é minha sina!

15/02/2009